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2. Categorias
Ao iniciar a prática, o estudante detém a categoria de aluno (simbolizada por uma estrela, que poderá estar ausente, visto tratar-se de uma categoria inicial). Durante o 1º ciclo, o aluno é um iniciado, designando-se por Nyumonsha. Ao passar para o 2º ciclo, é suposto já possuir alguns conhecimentos básicos que, apesar de tudo, o continuam a caracterizar como um novato – Kohai. E com a passagem para o 3º e último ciclo da fase Mudansha, que o estudante recebe o título de aluno – Daeshi.
Com a aquisição de alguns conhecimentos, capacidades e atitudes reveladas, o praticante poderá vir a desempenhar algumas funções básicas durante o decorrer das aulas – Monitor. Esta categoria – Monjin (discípulo) – distingue-se da de aluno pela obtenção de mais uma estrela (passa a usar duas estrelas). A esta categoria segue-se a de Sub-instrutor, caracterizada por três estrelas. O Sub-Instrutor – Ruysha – discípulo do mestre – não pode, contudo, ainda orientar sozinho uma classe, devendo estar sempre sobre a alçada de um instrutor. Uma vez concluído o ciclo Mudansha e atingidas as categorias anteriores, o praticante pode então iniciar a formação que inicia o seu processo de autonomização e lhe permite orientar uma aula no seu Dojo. Inicia-se então a formação para a categoria de Instrutor – Kyohan – mestre – que se caracteriza pela utilização de quatro estrelas. Os instrutores devem, contudo, continuar a ser orientados superiormente por um Professor. Instrutores com um vasto historial de pratica podem ser propostos para uma formação que os levará à categoria final de Professor. A passagem nesta prova exige o compromisso consciente de colaborar activamente no trabalho, defesa e divulgação dos princípios éticos, técnicos e filosóficos do Kyubudo. Neste ponto da sua evolução, o estudante deve ter desenvolvido o seu mecanismo de aferição interior ao ponto em que adquiriu o nível de consciência que lhe permite continuar a treinar e a evoluir, contribuindo com o seu esforço altruístico para o desenvolvimento do espírito que preside ao Kyubudo. A obtenção da categoria de Professor é a expressão do reconhecimento que o estudante está consciente de que o progresso na Arte Marcial exige um esforço constante de modificação no sentido do aperfeiçoamento pessoal. É esta tomada de consciência que permite antever que este estudante iniciará, de facto, uma nova etapa no estudo e prática da Arte Marcial e por isso na sua própria vida. Uma vez Professor, o praticante poderá passar a utilizar a insígnia constituída por cinco estrelas e merecer o designativo de Sempai (mestre de Dojo). Na categoria de Professor, existe ainda o designativo de
Sensei – aplicável ao fundador do Ryu – de Waka-sensei
– ao(s) seu(s) sucessor(es).
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